8 de julho de 2009

Tradição do barulho


A tradição grega de quebrar os pratos depois das refeições tem mais de 4 mil anos. É uma maneira de mostrar desapego pelos bens materiais e alegria nas festas.Durante uma refeição os gregos procuram perceber o alimentopor meio da visão, do olfato, do tato e do paladar. Ficaria faltando o sentido daaudição, que eles suprem como barulho da quebra dos pratos. Além disso, os rapazes aproveitam o estarlhaço para atrair a atenção das garotas.

Atlântida o reino perdido
As lendas da grécia antiga falam sobre a existência de Atlântida, uma ilha gigantesca que teria existido noOceano Atlântico, a oeste do estreito de Gibraltar ( que separa Espanha de Marrocos ). Os arquipélagos de Açores, Madeira e Canárias seriam vestigios desse continente, Estudos do fundo do oceano mostram que nunca houve continente algum alí. Nessa ilha segundo descrição feita ao filósofo Platão, que tratou de passar a noticia adiante, havia uma extensa planicie e, numa de suas extremidades, uma montanha solitária. Atlântida teria desaparecido há 9 mil ou 10 mil anos, tendo submergido de um dia para o outro. Até o século XV1, ninguém se preocupou muito em lo-calizar o continente perdido. Foi a descoberta de novas terras que ressuscitou o mistério de Atlântida. Na época, muitos estudiosos chegaram a afirmar que a própria América seria a Atlântida.

Atualização e Coordenação Pedagógica: Tânia Dias Queiroz

1 de julho de 2009

Os Dez Dias que Nunca Existiram


Até o século XV1, estava em vigor, na Europa o calendário juliano, criado e entrado em vigor no ano de 45a.C a mando de Júlio cesar. Como o ano do calendário juliano correspondia a 365 dias a 1/4 (ou 6 horas ), foi ele que introduziu o ano bissezto. Mas,em 1582, ele apresentava uma diferença de dez dias em relação ao
ano solar (365 dias, 5 horas,48 minutos e 46 segundos). Nesse ano, no hemisfério norte, o equinócio de inverno caiu em 11 de março em vez de 21 (começo da primavera ) Gregório X111, papa de 1572 a 1585, determinou que dez dias fossem expurgados o calendário,para eliminar a diferença. Assim o dia 4 de outubro foi seguido pelo dia 15. Para prevenir eventuais problemas futuros, os anos centenários divisiveis inteiramente por 400 seriam considerados anos bissextos, 1800 e 1900 não o são. Lentamente, o calendário gregoriano foi sendo adotado pelos paises europeus protestantes. Na Grã Bretanha, em 1752 a Russia pais ortodoxo, adotou-o apenas em 1918,quando os comunistas estavam no poder.

Atualização e coordenação Pedagógica
Tânia Dias Queiroz

27 de junho de 2009

Jardins Suspensos da Babilônia


Foram construidos por ordem do poderoso Nabucodonosor11, em 600 a.C. em homenagem a uma de suas mulheres Semirames, que sentia saudades das montanhas de sua terra. Os jardins eram seis montanhas artificiais, apoiadas em colunas de 25 a 1oo metros de altura,ao sul do rio Eufratis. Ficavam a 200 metros do palácio real. Conta que Nabucodonosor enloqueceu ao contemplar essa obra. Alguns historiadores, no entanto atribuem o trabalho a rainha Semiramis. Tudo foi destruido em data desconhecida.


Atualização e coordenação Pedagógica Tânia Dias Queiroz

19 de junho de 2009

Cleópatra a Rainha do Egíto


Cleópatra (69 - 30 a.C ) a última rainha do Egito, era considerada uma especialista na arte do amor. Teve seu primeiro amante aos doze anos ( outros historiadores sustentam que foi aos 21 ) Dizem que chegou a levar para a cama numa única noite mais de 50 homens. Segundo o costume egípcio de casamento na realeza entre filhos do mesmo pais, Cleópatra foicasada com dois irmãos. Primeiro com Ptolomeu X111. quando ela tinha dezoito anos. Depois da morte dele, quatro anos passados ela se casou com Ptolomeu X!V, de doze anos. Não havia relacionamento sexual nesses casamentos, que eram arrumados apenas para que ela pudesse ser rainha por intermédio de um monarca. Cleópatra testava a eficiência de seu venenos dando-os aos escravos. A rainha egipcia ocupava vinte damas de companhia na preparação de seu banhos. Ficava até 6 horas mergulhada na água extraida de plantas aromáticas.


Atualização e coordenação pedagógica: Tânia Dias Queiroz

1 de maio de 2009

Pegadinha Verbal


Quando você quiser deixar boa impressão com o uso das palavras, é melhor que esteja prevenido. O português muitas vezes nos prega peças. Pregadinha verbal mostra alguns dos enganos mais frequentes no nosso idioma.
Errado: O jantar será na antivéspera do Natal. Certo : O jantar será na antevéspera do Natal. Não devemos confundir os prefixos "anti" e "ante". O prefixo "anti" tem o sentido de "oposição, contra": antivirus, antiaéreo, antiético, antiherói, anti-republicano ... O prefixo "ante" significa "anterioridade". Anteontem, antepenúltimo. antevéspera... Não há "antivéspera", porque o jantar não tem nada contra a véspera do Natal. O jantar será no dia que antecede a véspera do Natal, portanto na antevéspera.
A pegadinha: Uma empresa comunicou aos seus empregados "A nossa ceia de Natal será na proxima quinta-feira,às 13 horas". Acho muito bonito o fato de empresas oferecerem ceia de Natal aos empregados. Só fiquei preocupado
com o horário. Se não me falha a memória, ceias sempre foram noturnas. Às 13 horas, é melhor fazer um almoço. Inadequado: "O paciente teve um figado afetado". Adequado : "O paciente teve o figado afetado". Pelo visto,o tal paciente tinha mais de um figado. Ter dois ou três figados certamente é uma anomalia. O mau uso dos artigos é uma constante. Com alguma frequencia podemos observar o uso desnecessário do artigo indefinido: " O prefeito vai encaminhar um outro projeto de lei" e " Para permanecer no time, o jogador havia exigido um aumento salarial".Bastaria dizer que "o prefeito vai encaminhar outro projeto de lei" e que " o jogador havia exigido aumento salarial ". A pegadinha: Em " Exame não confirma uma fratura", temos uma curiosidade.Se a intenção era dizer que não houvera fratura alguma, o artigo é desnecessário. Bastaria dizer: " Exame não confirma fratura."Por outro lado, se o exame não confirma " uma " fratura, eu poderia entender que houve mais fraruras, ou seja, não confirmou uma única fratura, e sim duas ou mais. Nesse caso, " uma " não seria artigo indefinido, e sim numeral.
Errado: " O homem que é um mortal deve respeitar a natureza.".
Certo : " O homem,que é um mortal, deve respeitar a natureza."
A oração deve ficar entre virgula porque é subordinada adjetiva explicativa.Se fosse uma oração subordinada adjetiva restritiva, não usariamos a vírgula. " O homem que trabalha vence na vida." A diferença é que todo o homem é um ser mortal (explicativa = com virgulas) e nem todo o homem trabalha ( só o que trabalha vence na vida -
restritiva = sem virgulas).
A pegadinha: Em "O homem, que vinha a cavalo, caiu", o uso das vírgulas (= oração subordinada adjetiva explicativa ) informa que o homem caiu e explica que ele vinha a cavalo e sozinho (=não havia outros homens ). Em "O homem que vinha a cavalo caiu",a ausência das virgulas(= oração subordinada adjetiva restritiva) altera o sentido da frase.Significa que havia outros homens e que o que vinha a cavalo caiul Os outros provavelmente usavam outros meios de locomoção: moto, bicicleta,camelo... E não cairam.
Prof. Sérgio Nogueira